Intencionalmente
ou por inércia, acabamos tirando o dia para resolver nossas pendências
logísticas e comerciais, aproveitando que a cidade tinha estrutura para nos
ajudar.
A
passagem de volta entre Calama e Santiago não pode ser mudada, pelo menos não
sem deixar nos cofres da Lan Chile o equivalente a uma nova passagem cada.
Parte
histórica de Antofagasta
A maior
parte do dia foi passada dentro do Mall Plaza, aparentemente uma rede de
shoppings no país, com sentimentos que variavam entre a estupefação, empolgação
e revolta com o tanto que nós somos extorquidos no Brasil. Descontei minhas
frustrações no Taco Bell, que não encontrava havia 15 anos, desde quando ainda
morava na Florida. Entre acessos de consumismo e o novo farnel no supermercado
para os dias que se seguiriam, descobrimos que os chilenos não são, pelo menos
não naquela região, pessoas multi-tarefas. É como estar no Nordeste do país dos
outros (até geograficamente equivalente). Tudo é feito no seu ritmo, sem
pressa, e para nós, paulistanos estressados, isso às vezes pode tirar a
paciência até de um Jô brasileiro...
A cidade e as dunas
A cidade e o mar
A praça central
A noite foi de rearrumação de malas, pizza, mais “cervezas” (note que já havíamos criado um padrão) para levantar acampamento logo cedo e correr atrás do que havíamos ido ali pra fazer: ver o Dakar pelo último ano confirmado na América do sul.




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